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Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/tede/384
Tipo do documento: Dissertação
Título: Sedação em Unidade de Terapia Intensiva: associação entre interrupção diária, eventos adversos e mortalidade.
Autor: Barbosa, Taís Pagliuco 
Primeiro orientador: Beccaria, Lúcia Marinilza
Primeiro membro da banca: Jabur, Maria Regina Lourenço
Segundo membro da banca: Godoy, Sandra Regina de
Resumo: Introdução: A sedação e analgesia em unidade de terapia intensiva colaboram no tratamento do paciente em estado grave, pois melhora desconforto respiratório e adaptação à ventilação mecânica invasiva, garantindo maior segurança. Contudo, a sedação excessiva está associada ao aumento do tempo em ventilação mecânica, das taxas de delirium e mortalidade. Objetivo: associar perfil, nível de sedação, critérios de interrupção e mortalidade de pacientes em ventilação mecânica, interrupção diária da sedação e associar com notificações de eventos adversos. Método: a primeira etapa foi constituída por estudo prospectivo, longitudinal e quantitativo, realizado em duas unidades de terapia intensiva, com 204 pacientes, por meio da Escala Richmond de Agitação- Sedação e o Sepse Related Organ Failure Assessment, e na segunda etapa, foi associado o desligamento diário da sedação com os eventos adversos ocorridos. Foram realizados testes de Tukey, Pearson e Qui quadrado. Resultados: A maioria dos pacientes era do sexo masculino, cirúrgicos, com média de permanência de 10,7 dias. A sedação média foi -2,45 (moderada) e a de mortalidade 15,8 (alto risco). Houve correlação estatística entre óbito em pacientes com sedação profunda, e sensibilidade em relação à alta daqueles que sofreram interrupção da sedação diária. Tanto em sedação profunda, como leve, em aproximadamente metade dos pacientes não foi desligada a sedação diariamente. Ocorreram 28 eventos adversos naqueles com sedação profunda, e 13 em leve, sendo que a lesão por pressão foi o principal. Conclusão: A maioria dos pacientes era do sexo masculino, idade entre 40 a 60 anos, cirúrgicos, em sedoanalgesia com fentanil, midazolan e propofol, tempo de sedação de um a cinco dias, sem interrupção diária das drogas por motivo de instabilidade hemodinâmica e por ordem médica, e não houve relação estatística com o perfil e o nível de sedação. A interrupção diária da sedação guiada pela Escala Richmond, auxiliou o controle da sedação, o que favorece o tratamento e a recuperação do paciente, porém, não se configurou como fator independente para previsão de mortalidade. Também, os eventos adversos não se associaram com a interrupção diária da sedação, mas com processos de trabalhos envolvendo a assistência de enfermagem ao paciente.
Abstract: Introduction: Sedation and analgesia in the intensive care unit collaborate in the treatment of patients in a serious condition, as it improves respiratory discomfort and adaptation to invasive mechanical ventilation, guaranteeing greater safety. However, excessive sedation is associated with prolonged mechanical ventilation, increased rates of delirium, and mortality. Objective: to associate the profile, sedation level, interruption criteria and mortality of patients on mechanical ventilation, daily discontinuation of sedation and associated with reports of adverse events. Method: the first step consisted of a prospective, longitudinal and quantitative study in two intensive care units, with 204 patients, using the Richmond Agitation-Sedation Scale and the Sepsis Related Organ Failure Assessment. Associated with daily withdrawal from sedation with adverse events. Tukey, Pearson and Chi-square tests were used. Results: The majority were male, surgical, with a mean stay of 10.7 days. The mean sedation was -2.45 (moderate) and the mortality was 15.8 (high risk). There was a statistical correlation between death in patients with deep sedation and sensitivity in relation to the discharge of those who suffered daily discontinuation of sedation. In deep sedation, approximately half, sedation was not disconnected daily, and with mild sedation, too. There were 28 adverse events in those with deep sedation, and 13 in mild, with pressure injury. Conclusion: The majority of the patients were male, 40 to 60 years old, surgical, in sedoanalgesia with fentanyl, midazolam and propofol, sedation time of one to five days, without daily interruption of drugs due to hemodynamic instability and order Not correlating statistically with the profile and level of sedation. The daily interruption of sedation guided by the Richmond Scale helps to control sedation, which favors the treatment and recovery of the patient, but it was not configured as an independent factor to predict mortality. Also, adverse events were not associated with daily discontinuation of sedation, but with work processes involving nursing care to the patient.
Introducción: La sedación y analgesia en la unidad de cuidados intensivos cooperar en el tratamiento de pacientes en estado crítico, mejora de dificultad respiratoria y la adaptación a la ventilación mecánica, lo que garantiza una mayor seguridad. Sin embargo, la sedación excesiva se asocia con la prolongación del tiempo de ventilación mecánica, el aumento de las tasas de mortalidad y el delirio. Objetivo: Para asociar el perfil, el nivel de sedación, los criterios de parada y la mortalidad de los pacientes con ventilación mecánica, la interrupción diaria de la sedación y se asocia con informes de eventos adversos. Método: El primer paso consistió en un estudio prospectivo, longitudinal y cuantitativo, realizado en dos unidades de cuidados intensivos, con 204 pacientes, por Richimond Agitação- Sedación Escala de sepsis relacionada con el fallo de evaluación y de órganos, y en el segundo paso fue asociado con el cierre diaria de la sedación con eventos adversos. Se utilizó pruebas Tukey y Chi cuadrado de Pearson. Resultados: La mayoría eran hombres, quirúrgica, con una estancia media de 10,7 días. La sedación media fue de -2.45 (moderada) y la mortalidad de 15,8 (alto riesgo). Una correlación estadística entre la mortalidad en pacientes con sedación profunda y alta sensibilidad a los que sufrieron interrupción diaria de la sedación. En la sedación profunda aproximadamente la mitad no se apagó la sedación diaria, y sedación leve, también. Hubo 28 eventos adversos en aquellos con sedación profunda, y 13 como leve, el daño por presión de pie hacia fuera. Conclusión: La mayoría de los pacientes eran de sexo masculino, de 40 años a 60 años, quirúrgica, en sedoanalgesia con fentanilo, midazolam y propofol sedación tiempo de uno a cinco días sin interrupción diaria de medicamentos debido a la inestabilidad hemodinámica y el orden médica, se correlaciona estadísticamente con el perfil y el nivel de sedación. La interrupción diaria de la sedación guiada por la escala Richimond, ayuda a controlar la sedación, lo que favorece el tratamiento y la recuperación del paciente, sin embargo, no se configura como un factor independiente de predicción de mortalidad. Además, los eventos adversos no se asociaron con la interrupción diaria de la sedación, pero con los procesos de trabajo relacionados con la atención de enfermería al paciente.
Palavras-chave: Unidades de Terapia Intensiva
Intensive Care Units
Unidades de Cuidados Intensivos
Sedação Consciente
Conscious Sedation
Sedación Consciente
Mortalidade
Mortality
Mortalidad
Assistência ao Paciente
Patient Care
Atención al Paciente
Área(s) do CNPq: ENFERMAGEM::ENFERMAGEM DE SAUDE PUBLICA
Idioma: por
País: Brasil
Instituição: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto
Sigla da instituição: FAMERP
Departamento: Faculdade 1::Departamento 2
Programa: Programa de Pós-Graduação em Enfermagem
Citação: Barbosa, Taís Pagliuco. Sedação em Unidade de Terapia Intensiva: associação entre interrupção diária, eventos adversos e mortalidade. 2017. 69 p. Dissertação (Programa de Pós-Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, São José do Rio Preto.
Tipo de acesso: Acesso Aberto
Identificador do documento: 1307
URI: http://hdl.handle.net/tede/384
Data de defesa: 2-Jun-2017
Aparece nas coleções:Programa de Pós-Graduação em Enfermagem

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